Friday, July 31, 2009

A POESIA NÃO PARA

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SARAU RAP AGITA CENTRO DE SÃO PAULO!
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Povo lindo, povo inteligente o Sau rap de ontem foi simplesmente a noite mais loka dos últimos dois anos, a Ação Educativa estava lotada para ouvir e falar poesia, e os poetas mcs deram um puta show com suas letras e poemas. Uma tremenda aula de arte e cidadania. Na verdade a gente está descobrindo que é muito fácil ser revolucionário no papel, que aceita tudo, mas é muito difícil praticar o discurso na vida real. Pra mim, no sarau rap, todos eles são poetas, e os melhores que conheço. E não há papel que me desminta.
Ontem apesar de toda chuva que rolava na cidade de Sampa, o sarau estava mais lotado do que nunca, não sei de onde saiu tanto mano, tanta mina. Só o Eleílson não pode ir, ele fraturou a mão, força guerreiro.
Na verdade a chuva foi de consciência e atitude. Puta clima família. Pedradas, só nos inimigos.
Queria que vocês conhecessem o nosso time, mó orgulho.
Na um só dia que a poesia não me surpreenda, meu trabalho é tão da hora que me sinto até um vagabundo. Vagabundo nato!
Sem tempo para coisas pequenas e com sangue nos zóio,
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Sérgio vaz
Vira-lata da literatura























SARAU DA COOPERIFA

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LAR DOCE LAR
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Povo lindo, povo inteligente depois do nosso rolê poético em Santa Catarina nada melhor do que voltar para o lar. E como não podi a deixar de ser, mais ma vez a noite foi da poesia. Enquanto São Paulo afogava na chuva, nós recitávamos poesia em nosso submarino periférico. Da hora.
É isso. Viajar é bom, mas voltar é melhor ainda.
Abs.
Sérgio Vaz
Vira-lata da literatura

Lar doce lar













Poesia maldita

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www. malvados.com.br
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Thursday, July 30, 2009

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"ESCREVA POEMAS,

MAS SE TE INSULTAREM RECITE PALAVRÕES."

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Sérgio Vaz

Tuesday, July 28, 2009

SARAU DA COOPERIFA

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SARAU DA COOPERIFA
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Quarta-feira 21hs
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Bar do Zé Batidão
Rua Bartolomeu dos Santos, 797
Zona Sul-SP
Brasil
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QUINTA-FEIRA TEM SARAU RAP

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SARAU RAP - Poesia das ruas
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Dia 30 de julho (quinta-feira) 20hs
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Projeto "Poesia das Ruas" Ritmo e Poesia.
O Projeto Poesia das Ruas é um sarau dirigido a rimadores e rimadorasdo Rap.
É um espaço para o exercício da criação poética.Sem música, MCs declamarão suas letras, compartilhando talento literário.Iniciativa do poeta Sergio Vaz, o Sarau do Rap é realizado em parceria com a Ação Educativa e acontece toda última quinta-feira do mês.
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Fundador e coordenador do Sarau da Cooperifa, Vaz, pretende buscar,através da oralidade, um incentivo para a criação poética.
Rap é ritmo e poesia (rythman and poetry).
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Ação Educativa
Rua: General Jardim, 660 - Vila Buarque - SP
Entrada: Gratuita
Capacidade de lotação: 200 pessoas
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Sunday, July 26, 2009

A poesia não para - São José - Grande Florianópolis

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Fim da jornada poética
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Povo lindo, povo inteligente a nossa jornada poética se despediu de Santa catarina na cidade de São José, grande Florianópolis, comunidade do Jd. Zanelato. Fizemos um sarau num salão comunitário numa quebrada muio parecida com a periferia de São Paulo nos anos oitenta, muito verde e poucos benefícios para a população. A Riqueza do lugar está na sua gente.
Queria agradecer ao Afonso, Michel, Kim Isac, Jason, Bá e todas as pessoas envolvidas neste sarau. Foi muito emocionante. Por vários motivos. Era o último dia, a gente estava meio cansado de passar de cidade em cidade, hotel em hotel, saudades da família, dos amigos e da quebrada. Por isso a emoção estava à flor da pele.
Vou escrever mais sobre isso quando chegar em casa, por enquanto, é só para dar um salve, e dizer que estamos a caminho de casa cheio de novidades, e com a bagagem cheia de aprendizado.
Sabe qual é novidade do VIA POESIA? É que em agosto tem mais. Esta só foi a primeira etapa.
Ao Valdemir e a Maria Teresa, valeu por acreditar. Aos amigos de todos os SESC, valeu pela amizade, pela força, pelo respeito. Sem palavras.
A Todas as pessoas que nós encontramos na nossa jornada, o nosso sincero agradecimento.
Tô num puta prego danado, depois a gente se fala mais. À poesia, todo sangue do meu corpo.
O Brasil é um país muito grande, mas as pessoas são mais.
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Sérgio Vaz
Vira-lata da literatura




Bá, Jason, Cocão e kim Isac













A Poesia não para - Criciúma - SC

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Povo lindo, povo inteligente neste sábado dando continuidade a nossa turnê poética dentro do projeto VIAPOESIA do SESC Santa catarina estivemos na cidade de Criciúma dando o nosso recado. Mais uma vez foi uma noite maravilhosa, de encontros e de aprendizado. Foi uma noite muito louca. O legal é que algumas pessoas vão realmente para conhecer a Cooperifa, depois rolou um bate-papo e podemos falar um pouco mais sobre o nosso trabalho. Da hora.
Queríamos agradecer o grupo Clã que fez a abertura do evento, a Cristine e a Estela pela recepção e o respeito ao nosso trabalho. Aliás, diga-se de passagem, o que não faltou foi respeito neste rolê de poesia. Somos muito grato.
A estrada tem sido uma puta escola.
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Sérgio Vaz















Saturday, July 25, 2009

A Poesia não para - Tubarão - SC

Povo lindo, povo inteligente ontem o sarau foi uma catarse total, a cidade de Tubarão, poéticamente falando, nunca mais vai ser a mesma. Rsrsrs .
Um ótimo público compareceu para prestigiar o evento (valeu marcão!), e ainda por cima contamos com a presença do grupo Conexão hip Hop, que antecedeu o evento, e uma galera do Tinho, que veio de ônibus fretado da comunidade de Ilhotinha. Emoção pura.
Apesar do frio impiedoso da cidade, nosos amigos fizeram com que a gente sentisse o calor das pessoas da cidade. Foi memorável.
Já estamos em Criciúma, um frio de doer os ossos, mais tarde rola mais poesia no SESC daqui. Depois falo mais.
A turnê poética está chegando ao fim, amanhã vamos fazer um sarau em Florianópolis, no Centro educacional, no bairro de Dom José, e não mais no SESC prainha, onde o teatro está em reforma.
Puta saudade de todos.
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Sérgio Vaz
Coração em chamas


Tinho e Conexão Hip Hop


Grupo Elemento Suspeito

Comunidade Ilhotinha
Comunidade Ilhotinha

Marco

Friday, July 24, 2009

A POESIA NÃO PARA - TUBARÃO - SC

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COMUNIDADE QUILOMBOLA DE GRAVATAL
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Povo lindo, povo inteligente, mal chegamos na cidade de Tubarão e fomos conhecer a comunidade Quilombola de Gravatal. Quem nos levou goi o Marco do SESC pois o grupo de rao que vai se apresentar antes de nós, é de lá. Quem nos recebeu foi o Tinho, líder e griot da comunidade, que nos conduziu a uma viagem de informação e história. Sem palavras, depois falo mais sobre isso. Foi só pra dar uma idéia desta viagem poética que a gente está fazendo. Puro aprendizado!
Aí, sabe o que é mais da hora? O Tinho vai levar um ônibus com a comunidade para assistir o nosso sarau no SESC. Não vejo a hora, vai ser uma puta festa.
Hoje, na comunidade de Gravatal descobri o quanto a gente está longe da quebrada, mais ou menos, 150 anos!
Obrigado Marco, obrigado Tinho. Impagável.
Mil ideias. Dormir pra que?
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Sérgio Vaz
poeta da comunidade Cooperiférica






Seu João










Dona Honorata

Tinho






Jairo, Tinho, Eu, Marco, Rose e Cocão


A POESIA DE LAGUNA

CORSÁRIO DAS RUAS - Sérgio Vaz
Povo lindo, povo inteligente a caravana da poesia não para, mas no mei do caminho para Tubarão a gente parou um pouco para apreciar a poesia de Laguna. Não sou lá muito fã de praia, mas aqui o mar faz cócegas nos nossos olhos. E um riso sempre deságua nas margens dos lábios.
Passamos tipo numa vila de pescador para poder tirar estas fotos, apesar de não levar uma vida fácil, pescadores dão ótimas fotos, ótimos poemas, irônico não?
Este lugar é tão bonito que da até vergonha de furtar uma fotografia, mas minhas retinas são frágeis diante da beleza, e minha memória é seletiva, só grava tempos tristes. É uma coisa meio Torquarto, meio Clarice que não me abandona, mesmo quando estou mais pra Verísssimo.
Falando nisso pensei nas pessoas que nunca viram o mar. Ninguém devia morrer sem ver o mar. Nem morrer no mar. Nem matá-lo.
A Humanidade devia reservar o direito da pessoa ver o mar, tipo uma lei, ou escrito na bíblia de cada religião, um prêmio, um castigo, sei lá, viagem marítima minha.
Tinha até uns golfinhos na água. Os golfinhos são capitães do mato do mar (é possível?). Eles levam as Tainhas para as redes dos pescadores. Traíras!
Nas pedras as garças disputam restos de peixes com os gatos e o vento esfrega os barcos na paisagem fria da máquina fotográfica, e eu, que apesar de não ter nada a ver com Netuno, mergulhei num oceano de saudades.
Não adianta, sou corsário das ruas, a beleza do mar me incomoda.















Roberto motorista


A Poesia não para - Laguna-SC

Povo lindo, povo inteligente nesta quinta-feira o sarau foi no centro cultural da cidade de Laguna e foi mais uma noite de encontro com poetas da região, uma puta integração.
Ficamos hospedados na parte baixa da cidade, na praia, e o que foi louco, é que a cidade não tem ninguém nas ruas, parece o filme "Eu sou a lenda". E agente que está acostumado com loucura da perifa, estamos com a solidão a flor da pele.
É que as pessoas só aparecem por aqui de sexta-feira em diante. Ontem também teve uma peça "República" ao ar livre que mobilizou Laguna.
Hoje vamos nos apresentar na cidade de Tubarão, aqui perto, no SESC, às 20hs, amanhã dou a letra.
É isso. Saudades de todo mundo. Algumas pessoas não estão conseguindo falar com gente pelo celular, é que precisa colocar o "011" na frente. Liga nóis!

abs.

Sérgio Vaz















A Poesia não para - Itajaí- SC

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Povo lindo, povo inteligente, nesta quarta-feira fizemos um sarau em Itajaí, junto com o coletivo poético "Estilingue" e mais alguns poetas da região, bom, não preciso nem falar que foi da hora, né não? Deu um pau na internet, por isso a postagem está atrasada, faz de conta que é o fuso horário.
Pior, e se já não bastasse a saudade de casa, o encontro de poesia foi no mesmo horário do Sarau da Cooperifa, puta que o pariu, que saudade do povo lindo e inteligente do nosso quilombo. E depois eu vi as fotos do sarau estrumbado de gente, pensei: "Ô lugar maravilhoso!"
Quando conto por aqui que às vezes o sarau tem quase 400 pessoas ninguém acredita, aí mando eles acessarem o blog, todo mundo pira na batatinha.
Queria agradecer ao Marcelo do SESC pela força e dedicação no evento. Valeu.
Saudades das ruas,
Sérgio Vaz











Wednesday, July 22, 2009

A Poesia não para - Blumenau-SC

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Povo lindo, povo inteligente, a poesia não para em Santa Catarina, e, em blumenau, ontem, o bicho pegou e acho que foi nossa melhor presentação até agora. Estamos aprendendo.
Acabo de chegar em Itajaí onde faremos um sarau no SESC às 20hs30, hoje também vai ser louco porque tem várias coisas, poéticamente falando, acontecendo por aqui.
Lá pelas cinco da tarde vai ter um show de poesia com batuque e tudo, e às sete alguns grupos de rap vão se apresentar, e depois a gente fecha o bagulho. Tá um puta clima legal pra Cooperifa, muita gente já ouviu falar, então fica mais tranquilo pra gente trabalhar.
Hoje tem sarau da Cooperifa no Zé Batidão, e o coração já começa a sangrar, só de pensar que não estarei lá.
Saudades.
Sérgio Vaz
tomba-lixo da literatura

Uh, Cooperifa!

Jairo e Rose

Cocão

Concentração
Ensaio









Tuesday, July 21, 2009

A Posia não para - Jaraguá do Sul-SC

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Povo lindo, povo inteligente, ontem fizemos o sarau no SESC da cidade de Jaraguá do Sul e foi da hora também, o público não foi muito grande, mas foi bom, e nós fizemos uma apresentação como se a gente tivesse no Zé batidão, com muito barulho e entusiasmo.
É legal porque o barulho surpreende as pessoas, eles vem assistir como quem vai a ópera, ou quem sabe esperando uns poetas mais refinados e coisa e tal, aí, surge aqueles bando de poetas de bocas sujas, rsrsrs, é muito engraçado. Se a ABL (Academia Brasileira de Letras) nos pega...
A Cidade fecha às 20hs. É. Tudo fecha, inclusive as pessoas. Só a beleza da cidade é escancarada.
Depois a gente se fala mais, estamos indo pra Blumenau, hoje à noite tem mais.
Tô com saudades até dos cachorros da rua.
Abs.
Sérgio Vaz
Vira-lata da literatura






Monday, July 20, 2009

A CARAVANA DA POESIA - JOINVILE

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Povo lindo, povo inteligente, começou a turnê poética da Cooperifa. Neste domingo nos apresentamos em Joinvile-SC, na livraria Curitiba no shopping Mueller.
Aqui está acontecendo o festival de dança e a cidade está toda tomada de eventos relativo a arte de Nureiev e das Capulanas. Para onde quer que você olhe tem alguém dançando.
Fomos assistir o "Encontro das ruas" numa escola reservada para a dança de rua e a rinha dos Mcs. Lá encontramos Thaíde, Slim e o Criolo Doido, que me convidou para fazer a abertura da rinha com uma poesia. Da hora.
Lá encontramos também vários outros amigos, inclusive o Jason, que conhecemos em Florianópolis e que foi convidado por nós a fazer parte da trupe em Joinvile. É incrível como as pessoas conhecem e falam da Cooperifa. Do desejo de conhecer, de participar. Do respeito que eles tem pelo nosso rabalho. Enfim, gratificante.
A Apresentação na livraria foi bem louca, muitos ficaram emocionados. As pessoas, quando ouvem a palavra literatura já associam a uma coisa bem chata, aí a gente vem e começa a fazer bagunça com as palavras e todo mundo pira. Uma mulher falou pra mim:"porque que na literatura não é sempre assim, séria, mas legal?"
Respondí que era para que pessoas como a gente e igual a ela não gostassem.
Estamos indo agora para Jaragua do Sul, depois a gente conversa.
Abs.
Sérgio Vaz
Vira-lata da literatura
Rose e Cocão

Os Miseráveis no "Encontro das ruas"

A poesia não para

Thaíde: "Vamo que vamo que a poesia não pode parar."

Criolo, Eu, Rose, Cocão e Slim

Batalha dos Mc´s




Cooperiféricos

Jason

descanso

A poesia deixa a gente triste

Slim, Jairo e Criolo Doido

Friday, July 17, 2009

SARAU DA COOPERIFA NO SESC JOINVILLE - sc


Sarau Cooperifa - São Paulo (SP)
A segunda etapa do projeto Viapoesia traz a Santa Catarina uma mostra do que é o Sarau Cooperifa, um dos movimentos culturais mais importantes da periferia da metrópole paulistana, coordenado por Sergio Vaz. O Sarau, que acontece há sete anos, transformou um bar, na periferia da zona sul de São Paulo, em centro cultural, atrai um grande número de pessoas da comunidade para ouvir e falar poesia.
Na edição 2009 do projeto, a proposta é levar ao público catarinense dois espetáculos de poesia experimental contemporânea com forte viés na música.
Domingo 22 de julho 18hs
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SESC Joinville
Rua Itaiópolis, 470 - América
Joinville - SC
Fone:(47) 3441-3300

SARAU DA ADEMAR

É neste Domingo!!!
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11◦ Sarau da Ademar
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19 de Julho de 2009 a partir das 17h
Nakasa Rock MPB Bar
R. Publio Pimentel, 65 - Cidade Ademar - Tel 5622-4410-
Z/S(altura do 3850 da Av. Cupecê)
ENTRADA FRANCA
PARTICIPE E TRAGA SUA ARTE!!Música-Poesia-Literatura-Comunidade-Você
** PALAVRA, PODER PARA O POVO **

MANOS E MINAS

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Povo lindo, povo inteligente, neste sábado 19hs rola no prgrama "manos e minas " da Tv Cultura um pequeno bate-papo que o Ferréz fez comigo em seu programa "Interferência", se tiver de bobeira...
Se no domingo você também tiver de bobeira da uma olhada na Revista da Folha de São Paulo que tem uma matéria falando sobre os saraus que estão acontecendo em sampa.
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SV

TURNÊ POÉTICA EM SANTA CATARINA

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PROJETO VIVA POESIA
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Povo lindo, povo inteligente, a partir de sábado agora nós vamos realizar uma turnê poética no estado de Santa Catarina. Eu, Cocão, Rose e Jairo temos uma missão de levar um a pequena mostra do sarau da Cooperifa para os catarinenses. É um projeto que fiz com o SESC Florianópolis e que já estava no forno já algum tempo. Vão rolar também uns bate-papos e debates. O Sul que nos aguardem.
É um projeto em duas etapas, agosto rola outras cidades. Se alguém quiser saber onde estaremos é só acompanhar o blog, mas se quiser colar pessoalmente se liga na programação:
19 de julho - SESC Joinville
20- julho - Jaraguá do sul
21-julho - Blumenau
22-julho - Itajaí
23-julho - Laguna
24 -julho -Tubarão
25 -julho - Crisciuma
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A poesia não para. A vida também.
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SV

FUNDAÇÃO CASA - ARTE NA ACASA

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OFICINAS DE POESIA NA FUNDAÇÃO CASA
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Foto da fundação casa Unidade Abaeté/2008
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Povo lindo, povo inteligente, nesta semana -de segunda a quinta-feira-, realizei várias oficinas de poesia/sarau na Fundação Casa (Franco da Rocha, Raposo Tavares e Leopoldina) dentro do projeto "Arte na Casa" coordenado pela CENPEC, por isso andei meio ausente no blog, mas foi por uma boa causa: ajudar a poesia a pular os muros.
Não da muito para explicar sobre isso, só sei que é uma experiêcia muito rica, pra mim e para o meu trabalho. Conversando com os internos nesta semana descobri que mundo gosta de poesia, só que não sabe. É isso que estou fazendo já algum tempo, avisar as pessoas disso.
Quer seja através do sarau da Cooperifa, sarau nas escolas, poesia no ar ou oficinas na fundação casa, e é disso que tenho feito a minha vida.
Apesar de mau poeta, acredito que a gente tem que ajudar na formação de novos e bons leitores. por que se ninguém vai ler, qual a graça de escever?
Sei que alguém vai dizer que escreve para si, o que é muito importante, mas como poeta não posso escolher o leitor, ainda mais eu que quase não tenho. Escrevo pra mim também, mas gosto de dividir com as pessoas.
Eles, os meninos, também estão escrevendo pra caramba, fizemos várias rodas de leitura, e eles tem uma produção bem legal; uma poesia crua, doída, que fala de dor, saudade e de uma tristeza que não estanca nunca. Já disse antes, e repito: não sou juíz, sou poeta!
Distribuí alguns livros de presente para eles, e em uma unidade quis presentear individualmente os internos, mas eles não deixaram, disseram que os livros eram de todos, e que todos iriam ler. Tomara que sim.
No encontro na Raposo Tavares o sarau que fizemos foi tão louco, que no final fui intimado por eles a voltar para a gente realizar um grande sarau com a poesia deles. Disse que voltaria, mas alguns não acreditaram, disseram que a maioria das pessoas que vão lá e volta mais.
Eu, os funcionários pedagógicos, a Clara da CENPEC, a direção ficamos todos emocionados com a demostração de carinho e respeito que eles demostraram. Foi da hora.
Não é nada demais, nem sou advogado nem nada, só queria dizer ao mundão o que acontece por lá.
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Ah!, sabe o que eu respondi, adivinha?
-Tô junto e misturado!
A Clara da CENPEC já agendou mais uma pá de oficinas para agosto. Alguém que colar?
Aos poucos a vida vai me dizendo o porque de estar vivo. Aos poucos, também vou aprendendo a ouvi-la.
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Apesar da dor alheia, foram dias de alegria.
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Sérgio Vaz
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DOMINGO TEM FAVELA TOMA CONTA

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Clique no cartaz para ampliar


SARAU DA COOPERIFA

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POVO LINDO, POVO INTELIGENTE!
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Povo lindo, povo inteligente, nesta quarta-feira o sarau da Cooperifa foi insuperável, mais de quatrocenteas pessoas. Mais de 60 poetas. Tivemos que ficar até às 23hs15 minutos (o sarau tem que acabar às 23hs). Nem vou falar mais nada. pergunte a quem estava lá. Ou então, se liga nas fotos.
Vou tentar resumir o que é o sarau da Cooperifa para quem não conhece, ou para quem acha que conhece, para quem gosta e para quem não gosta com uma pequena estória o Cocão me contou.

Ele me disse que encontrou o Seu Zezinho, um de 65 anos que mora no fim da rua do bar, e que começou a participat esses dias no sarau. Que disse assim:
- Cocão, esse lugar (o sarau) é maravilhoso. Faz tempo que escrevo poesia e nunca encontrei um lugar para poder recitar.
-Demorô seu Zezinho, é só chegar que é tudo nosso.
- Sabe, quando eu vi que todo mundo aqui se parece comigo, eu perdi o medo de falar.
- É isso mesmo, aqui é tipo família.
-Olha, vou te confessar uma coisa...
-Pode falar.
-Sabe o que eu mais gostei no sarau, e que achei tão maravilhoso que falei para os meus filhos?
-Não.
- Foi a primeira vez na minha vida que eu fui aplaudido. Durante esses 65 anos a vida nunca bateu palmas pra mim, aqui foi a primeira vez.
Cocão engoliu a seco. Não disse nada. Os olhos molhados disseram tudo.
O Sarau da Cooperifa é isso. Nada mais.
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"SER POETA NÃO ESCREVER POEMAS, É SER POESIA" (do livro Colecionador de pedras).
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Sérgio Vaz
Vira-lata da literatura
As poetas não para de chegar

Ricarda

família Canto

Prof. Luciano

B Valente

Ligia

Márcio Batista

SARAU DA COOPERIFA - FOTOS

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Zinho Trindade
harumi

Cocão, "o silêncio é uma prece."

Povo lindo, povo inteligente

Vista aérea do sarau



A Massa poética da periferia




Não coube todo mundo dentro do sarau

Arquibancada


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A REVOLUÇÃO NÃO SERÁ TELEVISIONADA

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Povo lindo, povo inteligente, na segunda-feira exibimos o documentário " A revolução não será televisionada" dentro do projeto Cinema na laje, e como não podia deixar de ser, foi um sucesso total. A coisa está começando a pegar.

O Professor carlos Giannazi comandou um debate acalorado sobre mídia e política que se estendeu quase que cordialmente noite a dentro.

A Cooperifa promete mais debates nos próximos documentários, aliás, no próximo, sera comandado pela jornalista Roseli Lotturco, e o bicho promete pegar.

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Sunday, July 12, 2009

SEMANA DE POESIA NA FUNDAÇÃO CASA

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A POESIA NÃO PARA!
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Povo lindo, povo inteligente, a partir desta segunda-feira começa minha maratona poética na Fundação casa, até quinta-feira vou realizar oficinas e bate-papos (manhã e tarde) com os jovens da Unidades de Franco da Rocha e Raposo Tavares.
Se depender de mim ninguém fica sem poesia em São Paulo. É isso.
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Depois digo mais novidades. Sem tempo pra mais nada,
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Sérgio Vaz
Vira-lata da literatura

CINEMA NA LAJE

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NESTA SEGUNDA-FEIRA TEM CINEMA NA LAJE NA COOPERIFA
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*em caso de chuva ou frio o documentário será exibido dentro bar


Cinema na laje é um espaço criado pela COOPERIFA e que acontece quinzenalmente às segundas-feiras para exibições de documentários e filmes alternativos de todas as partes do Brasil e do mundo, exibidos gratuitamente para a comunidade. Também criado principalmente para dar luz ao cinema produzido pelos jovensda região, e levar cidadania através da sétima arte.
O cinema Paradiso da periferia também conta com um lanterninha vestido a caráter para dar um charme especial no projeto.
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A Entrada é franca. A Pipoca é grátis. E a lua sincera.
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CINEMA NA LAJE
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Documentário "A REVOLUÇÃO NÃO SERÁ TELEVISIONADA"
De Kim Bartley e Donnacha O'Briain
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*O deputado e Professor carlos Giannazi fará a presentação do documentário
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Dia 13 de julho 20hs30
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Laje do Zé Batidão
Rua Bartolomeu dos Santos, 797 Chácara Santana
Zona Sul-SP
Inf. 5891.7403
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Sinopse:
(A revolução não será televisionada) Documentário.
2003. Irlanda.O documentário A revolução não será televisionada, filmado e dirigido pelos irlandeses Kim Bartley e Donnacha O’Briain, apresenta os acontecimentos do golpe contra o governo do presidente Hugo Chávez, em abril de 2002, na Venezuela. Os dois cineastas estavam na Venezuela realizando, desde setembro de 2001, um documentário sobre o presidente Hugo Chavez e o governo bolivariano quando, surpreendidos pelos momentos de preparação e desencadeamento do golpe, puderam registrar, inclusive no interior do Palácio Miraflores, seus instantes decisivos, respondido e esmagado pela espetacular reação do povo.É apresentado o cenário em que se desencadeiam os acontecimentos de abril de 2002. A Venezuela está entre os cinco maiores países produtores de petróleo do mundo, sendo um dos maiores fornecedores dos Estados Unidos. Ao assumir a presidência, em 1998, Hugo Chavez passou a defender a distribuição dos rendimentos auferidos com o petróleo para investimentos sociais voltados à maioria do povo e intensificou as críticas às políticas liberais inspiradas nos EUA, o que levantou a ira das classes dominantes locais e do imperialismo norte-americano, acostumados a governos submissos.A partir de então, o governo de Hugo Chavez e a “revolução bolivariana” passariam a enfrentar, diariamente, uma verdadeira cruzada na mídia empreendida pelos cinco canais de televisão privada do país. A cruzada foi respondida com o avanço da mobilização e a organização da grande massa de explorados do país, abrangendo mais de 80% da população pobre. Em 1999 foi aprovada, por meio de referendo popular, a nova Constituição da Venezuela. Ela ampliou a participação política das massas populares através da organização dos círculos bolivarianos pelos bairros e favelas.Com bastante propriedade, o documentário consegue mostrar a permanente campanha de mentiras urdida pelos meios de comunicação contra o governo de Hugo Chavez, as relações da grande mídia com a elite econômica, militares dissidentes e a articulação dos EUA na manipulação dos fatos. Evidencia também a intervenção direta do imperialismo norte-americano na organização do golpe, em sua preparação e organização na embaixada americana em Caracas que foi, posteriormente, comprovada com documentos. Como disse o então diretor da CIA George Tenet, em entrevista na TV Venezuelana, dias antes do golpe, Chavez “não está preocupado com os interesses dos EUA”.As articulações que envolveram a grande mídia na tentativa golpista foram por ela mesma reveladas, momentos depois de empossarem Pedro Carmona. Momentos, aliás, muito bem registrados no documentário: mostram a arrogância do procurador, designado por Carmona, ao anunciar a dissolução do Congresso, da Corte Suprema e revogar a Constituição, e depois de algumas horas, todo assustado, ao ser preso, num canto de uma sala do palácio.Outro aspecto importante do documentário é a revelação da manipulação dos canais de televisão comerciais sobre os responsáveis pelos assassinatos dos manifestantes em 11 de abril de 2002. Todos os canais privados de televisão que, junto à imprensa escrita e radiofônica, justificaram o golpe de estado de 11 de abril com uma edição de imagens em que aparece um grupo de apoiadores de Chavez, situados na Ponte Llaguno de Caracas, realizando disparos. Estas imagens foram utilizadas para afirmar que "Chávez foi quem ordenou disparar contra a multidão". "A revolução não será televisionada" demonstra, ao apresentar a edição completa da seqüência de imagens (manipulada na edição das TVs), que os grupos situados sobre a Ponte Llaguno de Caracas respondem ao fogo de franco-atiradores (estes sim atiram nos manifestantes) e não disparam sobre os manifestantes.O ponto alto do documentário é registrar a força das massas exploradas que derrotam os golpistas e restituem o governo a Hugo Chavez. O povo enfrentou e passou por cima de toda a mentira, fraude, manipulação da informação, da repressão iminente e mostrou que é mais forte. Não aceitou as “notícias”, recusou-as e saiu às ruas na manhã de sábado, 13 de abril, para denunciar que Chavez “não renunciou! Está seqüestrado!” e “não te queremos Carmona! Ladrão!”. Centenas de milhares de pessoas nas ruas cercam o Palácio Miraflores para exigir “Queremos a Chavez!” e clamar “Chavez amigo, o povo está contigo!”.Um ponto importante a ser identificado e debatido: durante a noite do dia 11 de abril e na madrugada do dia 12, o Palácio Miraflores foi cercado e os golpistas ameaçaram bombardeá-lo caso Chavez não renunciasse.Chavez resistia e afirmara que não renunciaria. As horas passam e o prazo dado pelos golpistas estava por terminar. A maioria do governo considerou que não havia saída: “O jogo acabou... é a vitória da morte” afirmara seu Ministro do Desenvolvimento. O Conselheiro Político expressou que “os adversários eram muito poderosos e não deu tempo...

Friday, July 10, 2009

SARAU CAIÇARA

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Thursday, July 09, 2009

SARAU DA COOPERIFA...

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A NOITE MAIS LINDA DO ANO!
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A Comunidade lotou o sarau da Cooperifa
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Povo lindo, povo inteligente, o sarau da Cooperifa de ontem (pelo menos pra gente) foi simplesmente a noite mais linda do ano. E talvez uma das noites mais poéticas da cidade. Pode até parecer exagero ou ufanismo cooperiférico, mas não é, imaginem que só de poetas que se apresentaram foram 58. Sim, 58 poetas!
Tinha mais de trezentas pessoas da comunidade, de todos os lugares, de todas as cores, de todas as dores, tribos e de todos os planetas. Quer saber? Foi do caralho!
Roberto ferreira, Gino e Álfia levaram os alunos da "Escola Pracinhas da FEB" do Jd. Alfredo, região do Guarapiranga, para nos visitar, e para nossa surpresa ele também vieram com poemas para recitar. Eles piraram. Nós também. Aprendizado coletivo.
Uma puta noite mágica. De luta. De resistência. De amor a poesia. De amor a periferia.
Ontem o sarau da Cooperifa parecia com o país que a gente sonha, sem ninguém melhor do que ninguém, e o respeito absoluto reinou em nossos corações. A generosidade dos poetas também vale ressaltar, pois deu tempo para que todo mundo falasse. Inclusive os novatos.
No sarau da Cooperifa a gente viveu as mil e uma noites numa noite só.
São quase oito anos de sarau, muita luta, mas está valendo a pena ver os frutos germinarem no solo duro das quebradas.
Vendo no final as pessoas sorrirem e se abraçando de emoção pela noite de paz e tranquilidade, mas principalmente de comunhão.
Ontem tive a certeza que valeu a pena a gente ter lutado tanto pra gente chegar até ali.
Valeu a as contas de água e de telefones cortadas, a falta de gasolina, não ter corrido quando o bicho pegou, ter apostado no simples e acreditado na comunidade. Na poesia.
Ontem eu tive a certeza que valeu a pena cada gota de suor ali escorrido.
Cada gota de sangue, cada lágrima escorrida, de dor e de emoção.
Cada abraço, cada briga e cada beijo. A poesia venceu. Não adianta.
Fico feliz em estar vivo e queria agradecer por estar vivo junto com essas pessoas, a família Cooperifa. Tudo que faço é para estar à altura delas. Só.
Queria ter dois corações. Um para amar. O outro também.
Falando em coração , o meu agora deu pra ter orgasmos, e ejacular pelos olhos.
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A alegria me comove. A minha e a dos outros.
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"A Periferia nos une pelo amor, pela dor e pela cor. dos becos e vielas há de vir a voz que grita contra o silêncio que nos pune. Eis que surge das ladeiras um povo lindo e inteligente galopando contra o passado. A favor de um futuro limpo, para todos os brasileiros...".
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É tudo nosso!
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Sérgio Vaz
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*veja abaixo as fotos do sarau da Cooperifa de ontem

SARAU DA COOPERIFA - FOTOS

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A NOITE MAIS LINDA DO ANO
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POVO LINDO, POVO INTELIGENTE!

mamba negra

Se liga na arquibancada do sarau

A família cooperifa simplesmente lotou o sarau

Família Cooperiférica: o que a poesia uniu...

Poesia + família = Sarau da Cooperifa

É nóis na poesia!

Rose Dorea

Vista panorâmica do sarau



Os professsores Gino e Roberto ferreira e Alfia levaram os alunos do "pracinhas da FEB" para ver o sarau

Seu Zezinho, poeta da comunidade

58 poetas!

Lid´s, Ligia e Renata

Estréia

A pequena GEOVANA

Stand up com Marley

Marcelo

Comunidade

Du Bod
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SARAU DA COOPERIFA - FOTOS

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A NOITE MAIS LINDA DO ANO!
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No sarau da Cooperifa a poesia se aprende no berço

Renata Dias

Barau e Lu Souza

Maria Povoas

Povo lindo, povo inteligente!

A massa


Márcio Batista

Célia

MarleY

Lu Souza

Rose Dorea

O Lado de fora

Não coube todo mundo dentro do bar

Lotadaço, só para oubir e falar poesia.

SARAU DA COOPERIFA - FOTOS

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A NOITE MAIS LINDA DO ANO!
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O Lado de fora

Claudio Laureart

Se liga no estilo do garoto

família

poeta do Pracinha da FEB

gente até no teto

Família Cooperifa

Los hermanos

Ô lugar!

Poesia e comunidade em harmonia absoluta

João Santos

Crônica e Nina Fidelis

Se liga na frente do bar
Casulo

Dona Ilda, a comunidade viva em torno da poesia

Povo lindo, povo inteligente!

Lançamento do Boletim do Kaos: De Maio e Buzo

Crônica: O Silêncio é uma prece

A poesia tomou conta da comunidade

Família Cooperiférica

Kátia

As Lus

Só da comunidade

Will

As crianças

Ewaldt

A Lua deu o ar da graça

James Bantho

Sônia e as baixinhas do sarau
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Wednesday, July 08, 2009

CINEMA NA LAJE APRESENTA O DOCUMENTÁRIO:

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A REVOLUÇÃO NÃO SERÁ TELEVISIONADA
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Cinema na laje é um espaço criado pela COOPERIFA e que acontece quinzenalmente às segundas-feiras para exibições de documentários e filmes alternativos de todas as partes do Brasil e do mundo, exibidos gratuitamente para a comunidade. Também criado principalmente para dar luz ao cinema produzido pelos jovensda região, e levar cidadania através da sétima arte.
O cinema Paradiso da periferia também conta com um lanterninha vestido a caráter para dar um charme especial no projeto.
A Entrada é franca. A Pipoca é grátis. E a lua sincera.
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CINEMA NA LAJE
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Documentário "A REVOLUÇÃO NÃO SERÁ TELEVISIONADA"
De Kim Bartley e Donnacha O'Briain
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Dia 13 de julho 20hs30
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Laje do Zé Batidão
Rua Bartolomeu dos Santos, 797 Chácara Santana
Zona Sul-SP
Inf. 5891.7403
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Sinopse:
(A revolução não será televisionada) Documentário.
2003. Irlanda.
O documentário A revolução não será televisionada, filmado e dirigido pelos irlandeses Kim Bartley e Donnacha O’Briain, apresenta os acontecimentos do golpe contra o governo do presidente Hugo Chávez, em abril de 2002, na Venezuela. Os dois cineastas estavam na Venezuela realizando, desde setembro de 2001, um documentário sobre o presidente Hugo Chavez e o governo bolivariano quando, surpreendidos pelos momentos de preparação e desencadeamento do golpe, puderam registrar, inclusive no interior do Palácio Miraflores, seus instantes decisivos, respondido e esmagado pela espetacular reação do povo.
É apresentado o cenário em que se desencadeiam os acontecimentos de abril de 2002. A Venezuela está entre os cinco maiores países produtores de petróleo do mundo, sendo um dos maiores fornecedores dos Estados Unidos. Ao assumir a presidência, em 1998, Hugo Chavez passou a defender a distribuição dos rendimentos auferidos com o petróleo para investimentos sociais voltados à maioria do povo e intensificou as críticas às políticas liberais inspiradas nos EUA, o que levantou a ira das classes dominantes locais e do imperialismo norte-americano, acostumados a governos submissos.
A partir de então, o governo de Hugo Chavez e a “revolução bolivariana” passariam a enfrentar, diariamente, uma verdadeira cruzada na mídia empreendida pelos cinco canais de televisão privada do país. A cruzada foi respondida com o avanço da mobilização e a organização da grande massa de explorados do país, abrangendo mais de 80% da população pobre. Em 1999 foi aprovada, por meio de referendo popular, a nova Constituição da Venezuela. Ela ampliou a participação política das massas populares através da organização dos círculos bolivarianos pelos bairros e favelas.
Com bastante propriedade, o documentário consegue mostrar a permanente campanha de mentiras urdida pelos meios de comunicação contra o governo de Hugo Chavez, as relações da grande mídia com a elite econômica, militares dissidentes e a articulação dos EUA na manipulação dos fatos. Evidencia também a intervenção direta do imperialismo norte-americano na organização do golpe, em sua preparação e organização na embaixada americana em Caracas que foi, posteriormente, comprovada com documentos. Como disse o então diretor da CIA George Tenet, em entrevista na TV Venezuelana, dias antes do golpe, Chavez “não está preocupado com os interesses dos EUA”.
As articulações que envolveram a grande mídia na tentativa golpista foram por ela mesma reveladas, momentos depois de empossarem Pedro Carmona. Momentos, aliás, muito bem registrados no documentário: mostram a arrogância do procurador, designado por Carmona, ao anunciar a dissolução do Congresso, da Corte Suprema e revogar a Constituição, e depois de algumas horas, todo assustado, ao ser preso, num canto de uma sala do palácio.
Outro aspecto importante do documentário é a revelação da manipulação dos canais de televisão comerciais sobre os responsáveis pelos assassinatos dos manifestantes em 11 de abril de 2002. Todos os canais privados de televisão que, junto à imprensa escrita e radiofônica, justificaram o golpe de estado de 11 de abril com uma edição de imagens em que aparece um grupo de apoiadores de Chavez, situados na Ponte Llaguno de Caracas, realizando disparos. Estas imagens foram utilizadas para afirmar que "Chávez foi quem ordenou disparar contra a multidão". "A revolução não será televisionada" demonstra, ao apresentar a edição completa da seqüência de imagens (manipulada na edição das TVs), que os grupos situados sobre a Ponte Llaguno de Caracas respondem ao fogo de franco-atiradores (estes sim atiram nos manifestantes) e não disparam sobre os manifestantes.
O ponto alto do documentário é registrar a força das massas exploradas que derrotam os golpistas e restituem o governo a Hugo Chavez. O povo enfrentou e passou por cima de toda a mentira, fraude, manipulação da informação, da repressão iminente e mostrou que é mais forte. Não aceitou as “notícias”, recusou-as e saiu às ruas na manhã de sábado, 13 de abril, para denunciar que Chavez “não renunciou! Está seqüestrado!” e “não te queremos Carmona! Ladrão!”. Centenas de milhares de pessoas nas ruas cercam o Palácio Miraflores para exigir “Queremos a Chavez!” e clamar “Chavez amigo, o povo está contigo!”.
Um ponto importante a ser identificado e debatido: durante a noite do dia 11 de abril e na madrugada do dia 12, o Palácio Miraflores foi cercado e os golpistas ameaçaram bombardeá-lo caso Chavez não renunciasse.
Chavez resistia e afirmara que não renunciaria. As horas passam e o prazo dado pelos golpistas estava por terminar. A maioria do governo considerou que não havia saída: “O jogo acabou... é a vitória da morte” afirmara seu Ministro do Desenvolvimento. O Conselheiro Político expressou que “os adversários eram muito poderosos e não deu tempo... Não organizamos uma política de comunicações”. Por volta das 3:30 h da madrugada, Chavez comunica que sairia e se entregaria, mas sem renunciar, para ficar claro que se tratava de um golpe. Um sinal de que aquele não seria o desfecho final é manifestado pelo próprio Chavez, na saída do Palácio, diante da afirmação de um aliado que grita: “Presidente voltaremos”. Chavez afirma “Ora! Nem fomos embora”.
Porém a decisão de se retirar e ceder às chantagens revela uma certa subestimação da capacidade do povo empreender resistências vigorosas e múltiplas a ponto de derrotar os golpistas. E mais: indica que a organização das massas exploradas para resistir a estas situações não era uma possibilidade presente na consciência política das forças que apóiam o governo de Hugo Chavez. Portanto, não poderiam vislumbrá-la e dela lançar mão. Apenas se conformaram: “Não havia saída”, “O jogo acabou”. Para eles, não faltava uma política para organizar as classes dominadas, mas sim o que “não organizamos [foi] uma política de comunicações”.
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MAIS SOBRE INDIA ARIE

India´s Song

SINGING HEY LAY OH HEY
SINGING HEY LAY OH HA
WHEN THE RAIN IS COMING DOWN AGAIN
SING THIS INDIAN SONG

SINGING HEY LAY OH HEY
SINGING HEY LAY OH HA
WHEN THE WIND IS BLOWING IN YOUR FACE
SING THIS INDIAN SONG

SINGING HEY LAY OH HEY, HEY LAY OH HA
WHEN YOU’RE LOST AND LONELY, HURT AGAIN
SING THIS INDIAN SONG

SINGING HEY LAY OH HEY, HEY LAY OH HA
WHEN YOU CAN SEE THE TROUBLE AHEAD
SING THIS INDIAN SONG

rap 1:
I WILL ALWAYS REMEMBER AN OLD MEDICINE MAN
I CAN STILL SEE HIM IN MY DREAMS AGAIN
HE SAID: DON’T YOU WORRY `BOUT THE POURING RAIN
HEY LAY OH HEY, HEY LAY OH HA
DON’T YOU BREAK THE RULES, IT’S NOT GOOD TO BE A SINNER
`CAUSE THE TIME HAS COME FOR YOU IF YOU WANT TO BE A SINGER
AND A SINGER HAS A SONG, JUST SING ALONG
HEY LAY OH HEY, HEY LAY OH HA

bridge 1:
THIS ANCIENT SONG WILL HELP TO FIND A BETTER WAY
JUST SING THE SONG ON EACH AND EVERY DAY – OH OH OH
YOU WILL START TO LOVE YOUR LIFE AGAIN MY FRIEND
AND THAT IS ALL, THERE’S NOTHING MORE TO SAY

chorus

rap 2:
I’VE LEARNED A LOT FROM THIS WISE OLD MAN
HE SHOWED ME NATURE AND I BEGAN TO UNDERSTAND
ALL THE SECRETS OF THIS PRECIOUS LAND
HEY LAY OH HEY, HEY LAY OH HA
I WAS JUST ABOUT TO LOSE MY WAY AND BECOME A SINNER
YOU SHOULD TAKE ME AS AN EXAMPLE AND BECOME A SINGER
AND A SINGER HAS A SONG, JUST SING ALONG
HEY LAY OH HEY, HEY LAY OH HA

bridge 2:
SO LET US SHOW YOU HOW YOU TO DO THE REAL THING
THIS LITTLE SONG IS ALL THAT YOU WILL NEED - OH OH OH
YOU WILL START TO LOVE TO SING AGAIN MY FRIEND
AND THAT IS ALL, THERE’S NOTHING MORE TO SAY

Tuesday, July 07, 2009

II MOSTRA CULTURAL DA COOPERIFA

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Em outubro a Cooperifa vai completar oito anos de atividade, e para comemorar vai realizar a II Mostra Cultural com uma semana inteira de eventos culturais totalmente gratuitos para a comunidade.
Teatro (infantil), dança, cinema, literatura, música, artes-plásticas, debates, feira de livros, exposições, palestras e oficinas literárias fazem parte da programação deste ano. Sem contar que também acontecerão eventos simultâneos. Vai ser do caralho, pode apostar!
Uma outra novidade é que os convidados não serão só da Zona Sul ou só da quebrada, mas de todos os lugares e de todas as quebradas do país. É isso mesmo, do país. Olha o progresso.
Por enquanto só posso adiantar que os parceiros já estão todos fechados, e que em breve a Cooperifa vai se reunir para dar o pontapé inicial da bagaça. Aliás, um recado pra nós da família Cooperifa: "quem descansou, descansou, quem não descansou, não descansa mais, daqui para o final do ano, é uma atrás da outra, e sem tirar de dentro."
Aí, se tiver alguma sugestão...
sv

SARAU DA COOPERIFA + camisetas

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CAMISETAS DA COOPERIFA
Só nesta quarta!
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Babylook branca R$ 25,00
Babylook preta R$ 30,00
Camiseta tradicional Branca R$ 25,00
Camiseta tradicional preta R$ 30,00



Quarta-feira 21hs
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Bar do Zé Batidão
Rua Bartolomeu dos Santos, 797 Chácara Santana
Periferia-SP
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Monday, July 06, 2009

INDIE.ARIE - BEAUTIFUL FLOWERS

Povo lindo, povo inteligente,

que se dane o mundo todo, não quero saber de mais nada (é verdade), só de ouvir, ver e falar sobre Indie.Arie.
Quando a gente pensa em disistir da raça humana, de gente mediocre como eu, eis que me aparece essa mulher de voz poderosa empunhando uma guitarra para compor a trilha sonora da nossa luta>, com quem dissesse pra gente não disistir. Tô chapado.

Escuta aí, depois me diga o que achou.

SV


Sunday, July 05, 2009

ESTRANHA FRUTA - INDIA.ARIE

Povo lindo, povo inteligente ouça a música maravilhosa "Estranha fruta" na Voz de India.Arie, mas que foi imortalizada da voz da diva do blues Billie Holliday.
Esta letra e música foi composta por um judeu de nome "Abel Meeropol", e foi feita logo após ele ver uma foto de dois negros enforcados em uma árvore, depois de linchados por uuma multidão, em Indiana, Estados Unidos, e que se tornou um dos hinos contra o racismo. Não deixe de ouvir.
Essa música dói, mas apesar de tudo, é bela, e o poema, uma das coisas mais bonitas que já li.
Estou apaixonado pela India Aire, e se você quiser saber porque ouça também as músicas "India´s song" e "Beautiful Flowers" no youtube, duvido que você também não se apaixone. Ouça e depois me diga o que achou.

Aprecie com moderação.

abs.

Sérgio vaz





Fruta Estranha (Abel Meeropol)

Ávores do sul produzem uma fruta estranha,
Sangue nas folhas e sangue nas raízes,
Corpos negros balançando na brisa do sul,
Fruta estranha penduradas nos álamos.

Pastoril cena do valente sul,
Os olhos inchados e a boca torcida,
Perfume de magnólias, doce e fresca,
Depois o repentino cheiro de carne queimada.

Aqui está a fruta para os corvos arrancarem,
Para a chuva recolher, para o vento sugar,
Para o sol apodrecer, para as árvores deixarem cair,
Aqui está a estranha e amarga colheita.

Wednesday, July 01, 2009

NAS LIVRARIAS

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O livro Colecionador de pedras comemora meus vinte anos de poesia e faz parte da coleção "Literatura periférica" da Global Editora.

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O Livro "Cooperifa, antropofagia periférica" é a história do nascimento e vida da Cooperifa, e faz parte da coleção "Tramas urbanas" da Editora Aeroplano.
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Se você não estiver encontrando os livros na sua cidade, acesse:
www.globaleditora.com.br
www.aeroplanoeditora.com.br

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VEM AÍ...

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II MOSTRA CULTURAL DA COOPERIFA
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EM BREVE!

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SARAU DA COOPERIFA

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HOJE TEM SARAU DA COOPERIFA
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SARAU DA COOPERIFA
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hoje 21hs
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Bar do Zé Batidão
Rua bartolomeu dos Santos, 797
Periferia -SP
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